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A escola de Bolsonaro no combate ao crime

O Ceará nunca esteve tão vulnerável à criminalidade como nos últimos anos. O aumento exponencial do tráfico de drogas e a ação das facções criminosas são os maiores responsáveis por essa onda de violência que nos assola. O Ceará precisa de ajuda mais do que nunca. Apesar da segurança pública ser uma responsabilidade do governador do Estado, o governo federal, desde o seu primeiro dia, nunca fez vista grossa, muito pelo contrário.

No início do ano, nós tivemos uma grave e longa onda de ataques criminosos. Naquele período, os recém empossados, presidente Jair Bolsonaro e ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro, mostraram total disponibilidade e atenção para ajudar o Estado em tudo quanto fosse necessário. E para isso, não mediram esforços, como por exemplo, ao enviar homens da Força Nacional para atuar nas nossas ruas, entre outras ações. Agora estamos passando por um novo período de ataques, tão grave quanto o que vivemos nos primeiros dias desse ano. Novamente o Ceará está precisando de ajuda.

Essa ousadia dos bandidos foi a herança deixada pela negligência dos governos passados. Acostumados com as benesses que recebiam, têm reagido dessa forma, como uma tentativa de intimidar o Poder Público e provocar terror na população. Mas o modo “Bolsonaro” de tratar os criminosos, com zero regalias, não vai afrouxar o tratamento dado aos bandidos em nenhum minuto. Quando eles virem que não há recuo, os ataques cessarão. É assim que o crime tem que ser tratado. Não podemos mais deixar as facções criminosas dominarem o nosso estado e o nosso país. É isso que ensina a cartilha do nosso presidente Bolsonaro e que, graças a “concorrência” e ao pronto apoio, está ajudando a situação do Ceará.

Não vamos recuar para o crime nunca. Um bom exemplo disso é o projeto de Lei que protocolei no meu primeiro dia de mandato como deputado federal, que altera a redação do art. 2º da Lei Antiterrorismo, de 16 de março de 2016. Atualmente o terrorismo consiste apenas na prática de atos por razões de xenofobia, discriminação ou preconceito. Eu quero tornar as ações de facções em crime de terrorismo. Isso para que as penas sejam cada vez mais duras e rigorosas. Seguindo nesse caminho, estaremos cada vez mais perto de viver em tranquilidade, sabendo que voltaremos vivos para nossas casas após um dia de trabalho.